Alimentos de origem controlada, “clean label” e funcionais: tendências de mercado

Alimentos devem ser além de nutritivos, responsáveis. Saber a origem da matéria prima e como ela foi processada até chegar a mesa do consumidor é cada vez mais evidente na demanda global por alimentos.





Com o passar dos anos, os consumidores estão cada vez mais informados e em busca de alimentos com descrição da procedência. Dois movimentos que vinham crescendo, agora fazem parte de um todo.

Um desses movimentos é a origem do alimento: referindo-se à história daquele produto, à região que ele foi produzido e também quais técnicas são utilizadas, conhecemos esses produtos pelo controle da origem. Esse movimento é muito comum na França, por exemplo, associado aos produtos “champagne” e o queijo “camembert”, bem como em outros países, ganha força no Brasil.

Outro movimento recente que ainda está em crescimento está associado ao termo em inglês “Clean label”. Em uma tradução livre significa “rótulo limpo”, mas na prática está relacionado a menor quantidade de ingredientes nos alimentos processados, passando a impressão de ser o mais natural possível. Você pode checar isso em muitos produtos, como em iogurtes naturais. Procure no mercado algumas marcas que certamente irá encontrar escrito no rótulo, “leite e fermento”, “dois ingredientes” e ainda mais apelativo, “leite, fermento e só”.

O novo movimento que foi acelerado por causa da pandemia da COVID-19 é a relação do alimento e o bem-estar, além da nutrição básica. Nesse caso o alimento tem um papel não somente em nutrir, mas em trazer mais função, por exemplo, a bebidas enriquecidas com Vitamina C, com apelo para o fortalecimento do sistema imunológico frente ao novo Coronavírus. Observamos ainda bebidas com pré e pró-bióticos e em alguns casos com componentes que auxiliam no sono.

Todos esses movimentos fazem com que as empresas que estejam preparadas possam se sobressair frente a gama de marcas disponíveis ao consumidor.

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